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I(n)mpressões Pra PENSAR e DISCORDAR: ESTAMOS TODOS CAINDO NO ESQUECIMENTO
Vida é sinônimo de sobrevivência e nada mais. Definitivamente não vivemos. Morremos a cada instante. Enquanto isso, vamos apenas prolongando nossos medíocres sinais vitais. Todos os dias é a mesma coisa: acordar, ser espremido pelos ponteiros do relógio e depois, finalmente, dormir (sem, no entanto descansar, sem conseguir repor qualquer energia positiva). Pesadelos à noite. Filmes reais durante o dia. Claustrofóbica rotina. Quem sai da linha (maldita representação coletiva) acaba perdendo posições privilegiadas dentro desta gananciosa e intransigente sociedade. Prisão perpétua. Mesmo assim, me recuso a fazer parte dela. Asco. Que sociedade, que nada! Rasguemos os tecidos que vestem e escondem o corpo leproso e decadente desta tal sociedade. Sexo. Violência. Dinheiro. Já mataste um rico hoje? "Por favor, matem-me!" Niilismo. Século 21. Tecnologia e miséria atreladas, em movimentação contínua, gerando desordem econômica e caos moral. Necessidade e meio. Não ter o que comer. Grande praga a desigualdade social. Diferenças de classes. Ricos, pobres e no meio um vão de rancor, fúria, pavor, ódio. Uma misturança, sem fim de credos, valores, raças, idéias e símbolos. Caldeirão. E ninguém apaga o fogo. Matéria palpável que assombra e castiga sem dó, que ensina a ser mau e a ser "vivo". Injustiças que parecem ser a engrenagem da história. Filosofar machuca. Mas é bom. Sadomasoquismo. Verdades. As revoltas de hoje são as mesmas de tempos passados. Aliás, o tempo não respeita. Não existe presente. O futuro não vai ser, ele é. Um segundo e já estamos mais velhos. Somos insignificantes partículas momentâneas tentando passar a perna na ruína. Efemeridades constantes. Nada. Esqueçam tudo isso. H.Cruscher Vamos Fugir - Gilberto Gil Vamos fugirDeste lugar, baby,Vamos fugirTô cansado de esperarQue você me carregueVamos fugirDeste lugar, baby,Vamos fugirPra onde quer que você vá,Que você me carreguePois diga que irá, Irajá, Irajá,Prá onde eu só veja você,Você veja mim só,Marajó, MarajóQualquer outro lugar comum,Outro lugar qualquer,Guaporé, GuaporéQualquer outro lugar ao sol,Outro lugar ao sulCéu azul, céu azulOnde haja só o meu corpo nuJunto ao seu corpo nuVamos fugirDeste lugar, baby,Vamos fugirPra onde haja um tobogãOnde a gente escorregueTodo dia de manhãFlores que a gente regueUma banda de maçã,Outra banda de reggaeTô cansado de esperarQue você me carreguePra onde quer que você vá,Que você me carreguePra onde haja um tobogãOnde a gente escorregueTodo dia de manhãFlores que a gente regueUma banda de maçã,
Escrito por fefe às 14h43 [] [envie esta mensagem] |
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